domingo, 6 de novembro de 2016

Post Random #8 Infinito



Olá caros leitores e escritores, hoje irei falar do infinito...

Parece místico, mas não é! O infinito não é um numero, muito menos o de vezes as quais podemos errar; infinito é um conceito! O infinito na gramática é a reticências (...), na probabilidade é a quantidade de números irracionais possíveis entre 0 e 1, na física é a possibilidade de encontrar um determinado prótons ou elétron dentro de um sistema em uma posição específica, na matemática é um conceito tão diverso quanto ele próprio... Enfim; o infinito é mais do que nossas mentes podem calcular, portanto; um conceito acima de qualquer outra definição.

Mas como usar um conceito tão abrangente quanto o infinito?

Podemos, com este conceito, abordar a física quântica (supracitado no parágrafo anterior), matemática avançada (que eu mesmo não entendo, pois sou de humanas) ou ainda pelo viés histórico da própria ciência! Vamos falar de Albert Einstein.

Einstein não gostava da ideia do infinito, muito menos com a noção de não poder calcular tudo ao seu redor, por conta disso criou os seus famosos modelos mentais. Para respaldar seus modelos, ele criou as fórmulas da relatividade geral e restrita, onde o próprio colocava um limite para a velocidade da luz, na verdade ele contradizia outros que falavam da luz chegar instantaneamente de um ponto ao outro. Ele não determinou a velocidade da luz no vácuo, mas disse como ela poderia ser calculada. Portanto Einstein não concordava com a noção do infinito, para ele tudo era uma questão de saber como calcular para chegarmos até determinado número, ou seja, tudo o que consideramos infinito, na verdade é um número aguardando para ser descoberto.

Foi então que veio a física quântica, aparentemente contradizendo este conceito de Albert Einstein, mas na verdade este ramo da física apenas nos diz que não somos capazes de calcular onde determinado prótons, nêutron ou elétron está em um sistema, pois estas partículas tem um comportamento aparentemente aleatório e quando terminamos de calcular a sua posição em determinado sistema, ela já passou por todas as posições possíveis... E este é o conceito do infinito da probabilidade. Sendo impossível determinar todas as posições, chamamos este "número" de infinito.

Tenho a impressão que se continuar este post, ele será infinito, pois existem tantas maneiras de abordar este conceito que elas tendem à própria noção do assunto abordado.

Este é um post introdutório sobre a física quântica, mas neste campo tudo o que podemos falar sobre o assunto ainda é muito introdutório. É um assunto diverso e ainda incompreensível para nossas fracas mentes, mas talvez possamos criar um computador quântico do tamanho de um planeta que pode nos ajudar a resolver este problema. Talvez ele fique com pena dos filósofos de plantão e nos dê uma resposta insatisfatória; 42.

Gostaram do post? Comentem, curtam e compartilhe!

Abraços randômicos para todos e até o próximo post!

domingo, 30 de outubro de 2016

Post Random #7 Às Armas!



Olá caros leitores e escritores, hoje no blog irei abordar um tema ainda sensível aqui no Brasil; armamento para civis.
Todos nós sabemos que a segurança publica não anda bem das pernas, muito menos da cabeça. A educação que poderia tirar um pouco esta galera das ruas, também não está bem. Então vem o desarmamento, mortes por acidente envolvendo armas de fogo diminuem, mas a violência contra o cidadão continua a mesma... O que fazer?

Não tenho pretensão nenhuma de dar uma reposta definitiva, muito pelo contrario; o foco aqui é a reflexão.

Digamos que colocaremos armas nas mãos do cidadão comum... Se nem manual de instalação dos produtos que compra eles lêem, imagine as consequências em não saber manusear, manter e guardar uma arma de fogo? Na minha opinião uma arma de choque seria mais apropriado e mesmo assim perigoso.

O fato é que muita pouca gente desejosa pela posse de tal artefato, iria frequentar um curso de tiro. Se precisamos de órgãos como a AOB e aplicar uma prova para os bacharéis em direito para garantir a qualidade dos advogados que compõe esta classe profissional, imagina o que aconteceria com os cursos de tiro; o exército brasileiro teria que emitir certificado pra cada um que quisesse ter uma arma em casa? Com a burocracia no Brasil isto se torna inviável.

Digamos que foi superado o problema de formação dos portadores de armas de fogo, todas as escolas que oferecem tal curso são reconhecidas sem que tenha corrupção e tudo mais... Você acha mesmo que usaria uma arma no meio da rua para reagir a um assalto? E se reagisse, quais seriam as consequências criminais? Não vou me dar ao trabalho em mostrar os variados casos que vemos na imprensa, dizendo que por matar ladrão invadindo a sua casa ou assaltando o seu carro... As pessoas estão sendo processadas pelos invasores! Isto é um absurdo e uma insanidade da execução da lei. Não me oponho às investigações, mas é um constrangimento ser assaltado, quanto mais matar o invasor e ser processado (possivelmente preso) por esta ação.

As armas de fogo nas mãos dos civis, na minha opinião, não são a solução. O caminho é a educação, estruturação adequada do estado e do precário sistema de execução das leis, bem como a celeridade no processamento penal.

Quer andar armado? Boa sorte!

Abraços randômicos para todos e até a próxima!

domingo, 23 de outubro de 2016

Post Random #6 Construindo uma Constituição.



Olá caros leitores e escritores. Conforme vamos construindo um mundo ficcional, nos baseamos muito no mundo real. Eventualmente construímos países e consequentemente; constituições. Neste post revelarei a minha experiência enquanto crio as regras de um universo ficcional baseado no estilo ficção científica / Space Opera.

Neste universo planejo escrever livros com romances ou contos numa série chamada Tecnocracia. Onde existem dois impérios vizinhos; a Terra e TechVolk. O segundo deriva do primeiro de onde surgiu uma inteligência artificial, só não revelarei o nome pra não dar eventuais spoolers de histórias futuras. Enfim, nela tive que montar o império de Tecnocracia de TechVolk. Vou fornecer a forma de constituição montada para este País fictício.

(...)

Constituição da Tecnocracia Volk.

Volk significa pessoa.

O conceito de pessoa terráqueo se refere a pessoa humana. De fato muito limitador para esta Constituição Volk.

Artigo Primeiro
Todo aquele ser que:
a) Se percebe como pessoa.
b) Aceita o conceito Volk de pessoa.
c) Respeita a vida Volk.
d) Enxerga todos os Volks como iguais.
e) Colabora com a continuidade desta Constituição.
Se encaixa como pessoa e cidadão Volk.

Artigo Segundo:
Todos os Volks (cidadãos de TechVolk) prometem proteger e se aliar com os ideais da Tecnocrata (Nome), soberana de TechVolk. Além de seguir esta Constituição e todas as regras postas nela, sem exceção alguma.

Artigo Terceiro:
TechVolk é uma instituição planetária tecnocrata onde a soberana (Nome) dita a palavra final conforme esta Constituição, sobre esta última está somente o bem estar e sobrevivência dos Volks e seus recursos de vida.

Artigo Quarto:
Todo ser inteligente que possivelmente se encaixe na percepção Volk de pessoa deve ser protegido e acolhido se assim desejar e tomar esta Constituição como base de comportamento e vida.

Artigo Quinto:
Quando não for possível o ser consciente ter o poder de tomar a decisão de se aliar a esta Constituição e seus ideais, seja por situação de guerra ou qualquer outro impedimento. É dever dos cidadãos Volks guardar e zelar pelas vidas em questão desde que a própria Instituição Tecnocrata Volk não corra riscos exacerbados.

Artigo Sexto:
Quando a Instituição Tecnocrata Volk estiver com recursos suficientes e em segurança para a sua continuidade e prosperidade, será dever desta aniquilar qualquer domínio abusivo, ditatorial, manipulador e que impeça que as pessoas deste planeta de tomar a sua decisão genuína, sem qualquer influência negativa. A seguir estão listados os tipos de instrumentos e métodos que poderão ser utilizados em ordem de prioridade maior até a menor:
1) Diálogo e negociação com os lideres declarados e não declarados da Terra.
2) Intervenção e espionagem.
3) Campanhas de revelação e infiltração em instituições da Terra.
4) Bombas econômicas e psíquicas.
5) Ameaça Militar.
6) Guerra Parcial.
7) Guerra Total.
8) Em ultimo caso onde os recursos de utilização estiverem esgotados e recursos diplomáticos e militares exauridos. É dever do soberano da Instituição Tecnocrata de Volk aniquilar a Terra afim de não mais ameaçar qualquer outra vida da Galáxia ou Universo.

Artigo Sétimo:
Em caso de morte da soberana (nome) e seus possíveis back-ups, desde íntegros, serão convocadas eleições democráticas através do melhor e mais seguro mecanismo possível. O soberano substituto terá poder imediatamente abaixo das demais organizações originais. Caso qualquer um dos conselheiros faleça na ausência de (nome), este indicará um substituto em segredo, guardado por Adin.

Artigo Oitavo
O novo soberano seguirá exatamente as premissas morais e legais desta Constituição, não cabendo à ele ou qualquer outro a alteração desta Constituição, mas somente à soberana primordial (nome).

Artigo Nono
Os garantidores desta Constituição por ordem de importância serão:
a) (nome); a soberana de TechVolk.
b) Adin; mecanismo tecnológico de cuidados de TechVolk.
c) Conselheiros cidadãos; elegidos por (nome) e Adin.
d) Senado de Volks; representantes dos cidadãos de TechVolk.
e) Os demais cidadãos de TechVolk.

Artigo Décimo:
A punição pelo desrespeito de qualquer uma das regras contidas nesta Constituição é a morte pelo método mais rápido e indolor possível. Será necessário, como em todas as mortes o descarte do corpo no Sol mais próximo para que não se comprometa o meio ambiente de TechVolk.

(...)

Como podem perceber, esta Constituição em grande parte se apoia sobre a sapiência de seu soberano. Garante também mecanismos para a permanência do mesmo no poder, mas como o apoio popular é fundamental pode-se notar a preocupação em manter os cidadãos ativos e dá tarefas importantes para os mesmos. Formando então a servidão do soberano para o povo, formando um perfeito equilíbrio. Há também mecanismos para momentos de crise, executando-os com perfeição não haveria problemas, mas como sabemos... O problema não é a lei ou a Constituição do País, mas sim as pessoas que as operam... Baseado neste defeito pretendo trabalhar o conflito de meu universo ficcional.

E então? Qual seria a sua Constituição? Qual tipo de ficção?

Abraços randômicos para todos e até a próxima.

domingo, 9 de outubro de 2016

Post Random #4 Construção do mundo ficcional



Olá caros leitores e escritores. Conforme vamos construindo um mundo ficcional, nos baseamos muito no mundo real. Eventualmente construímos países e consequentemente; constituições. Neste post revelarei a minha experiência enquanto crio as regras de um universo ficcional baseado no estilo ficção científica / Space Opera.

Neste universo planejo escrever livros com romances ou contos numa série chamada Tecnocracia. Onde existem dois impérios vizinhos; a Terra e TechVolk. O segundo deriva do primeiro de onde surgiu uma inteligência artificial, só não revelarei o nome pra não dar eventuais spoolers de histórias futuras. Enfim, nela tive que montar o império de Tecnocracia de TechVolk. Vou fornecer a forma de constituição montada para este País fictício.
(...)
Constituição da Tecnocracia Volk.
Volk significa pessoa.
O conceito de pessoa terráqueo se refere a pessoa humana. De fato muito limitador para esta Constituição Volk.
Artigo Primeiro
Todo aquele ser que:
a) Se percebe como pessoa.
b) Aceita o conceito Volk de pessoa.
c) Respeita a vida Volk.
d) Enxerga todos os Volks como iguais.
e) Colabora com a continuidade desta Constituição.
Se encaixa como pessoa e cidadão Volk.
Artigo Segundo:
Todos os Volks (cidadãos de TechVolk) prometem proteger e se aliar com os ideais da Tecnocrata (Nome), soberana de TechVolk. Além de seguir esta Constituição e todas as regras postas nela, sem exceção alguma.
Artigo Terceiro:
TechVolk é uma instituição planetária tecnocrata onde a soberana (Nome) dita a palavra final conforme esta Constituição, sobre esta última está somente o bem estar e sobrevivência dos Volks e seus recursos de vida.
Artigo Quarto:
Todo ser inteligente que possivelmente se encaixe na percepção Volk de pessoa deve ser protegido e acolhido se assim desejar e tomar esta Constituição como base de comportamento e vida.
Artigo Quinto:
Quando não for possível o ser consciente ter o poder de tomar a decisão de se aliar a esta Constituição e seus ideais, seja por situação de guerra ou qualquer outro impedimento. É dever dos cidadãos Volks guardar e zelar pelas vidas em questão desde que a própria Instituição Tecnocrata Volk não corra riscos exacerbados.
Artigo Sexto:
Quando a Instituição Tecnocrata Volk estiver com recursos suficientes e em segurança para a sua continuidade e prosperidade, será dever desta aniquilar qualquer domínio abusivo, ditatorial, manipulador e que impeça que as pessoas deste planeta de tomar a sua decisão genuína, sem qualquer influência negativa. A seguir estão listados os tipos de instrumentos e métodos que poderão ser utilizados em ordem de prioridade maior até a menor:
1) Diálogo e negociação com os lideres declarados e não declarados da Terra.
2) Intervenção e espionagem.
3) Campanhas de revelação e infiltração em instituições da Terra.
4) Bombas econômicas e psíquicas.
5) Ameaça Militar.
6) Guerra Parcial.
7) Guerra Total.
8) Em ultimo caso onde os recursos de utilização estiverem esgotados e recursos diplomáticos e militares exauridos. É dever do soberano da Instituição Tecnocrata de Volk aniquilar a Terra afim de não mais ameaçar qualquer outra vida da Galáxia ou Universo.
Artigo Sétimo:
Em caso de morte da soberana (nome) e seus possíveis back-ups, desde íntegros, serão convocadas eleições democráticas através do melhor e mais seguro mecanismo possível. O soberano substituto terá poder imediatamente abaixo das demais organizações originais. Caso qualquer um dos conselheiros faleça na ausência de (nome), este indicará um substituto em segredo, guardado por Adin.
Artigo Oitavo
O novo soberano seguirá exatamente as premissas morais e legais desta Constituição, não cabendo à ele ou qualquer outro a alteração desta Constituição, mas somente à soberana primordial (nome).
Artigo Nono
Os garantidores desta Constituição por ordem de importância serão:
a) (nome); a soberana de TechVolk.
b) Adin; mecanismo tecnológico de cuidados de TechVolk.
c) Conselheiros cidadãos; elegidos por (nome) e Adin.
d) Senado de Volks; representantes dos cidadãos de TechVolk.
e) Os demais cidadãos de TechVolk.
Artigo Décimo:
A punição pelo desrespeito de qualquer uma das regras contidas nesta Constituição é a morte pelo método mais rápido e indolor possível. Será necessário, como em todas as mortes o descarte do corpo no Sol mais próximo para que não se comprometa o meio ambiente de TechVolk.
(...)
Como podem perceber, esta Constituição em grande parte se apoia sobre a sapiência de seu soberano. Garante também mecanismos para a permanência do mesmo no poder, mas como o apoio popular é fundamental pode-se notar a preocupação em manter os cidadãos ativos e dá tarefas importantes para os mesmos. Formando então a servidão do soberano para o povo, formando um perfeito equilíbrio. Há também mecanismos para momentos de crise, executando-os com perfeição não haveria problemas, mas como sabemos... O problema não é a lei ou a Constituição do País, mas sim as pessoas que as operam... Baseado neste defeito pretendo trabalhar o conflito de meu universo ficcional.
E então? Qual seria a sua Constituição? Qual tipo de ficção?
Abraços randômicos para todos e até a próxima!

sábado, 8 de outubro de 2016

[Ciência] O Efeito Doppler

Olá caros leitores e escritores, hoje em mais um post sobre ciência, trago-lhes um conceito vindo da física; o Efeito Doppler.

Muitos de vocês podem ter tropeçado em algum lugar onde havia relação com o efeito Doppler, mas se não sabe lhes darei algumas dicas a seguir.

Entendendo o conceito:
Imagine uma mola, isto mesmo, agora comprima este objeto imaginário. Você certamente deverá fazer alguma força para manter o objeto na mesma formatação, isto significa que há uma energia acumulada no mesmo. Vamos fazer uma correlação entre a mola e a observação deste efeito; em uma ponta da mola está o observador, na outra o objeto a ser observado. Nesta situação há um acúmulo de energia (ou ondas) entre os dois pontos, também podemos ver que há uma menor distância entre eles, portanto esta situação representa a aproximação do objeto. Esta conclusão pode ser tirada através da observação das ondas (mais comprimidas) em relação ao seu estado anterior, quanto mais rapidamente estas ondas desviarem pro azul (representando a compressão da mola), mais rápido o objeto está se aproximando.

Desvio pro Azul:
Se colocássemos um aparelho (espectrômetro) para observar estas ondas em relação à uma bola vindo em sua direção, poderíamos dizer em qual velocidade este objeto estava ao se encontrar com seu rosto. Podemos aferir com segurança o desvio do objeto para o azul, equivalendo a compressão da mola.

Desvio pro Vermelho:
Quando um objeto astronômico, uma estrela por exemplo, está se afastando do observador (Terra). É interessante ressaltar que o desvio pro vermelho também pode ser usado para determinar a taxa de expansão do universo. Podemos dizer em qual proporção o universo está se expandindo através do afastamento dos objetos, equivalendo ao esticar da mola em nosso experimento mental.

Utilização:
O efeito Doppler é basicamente um instrumento para a técnica de observacional astronômica, onde o objeto em questão deve ser observado diretamente, assim temos seu tamanho aproximado, velocidade e direção.

Primeira Constatação do Efeito Doppler:
Tal efeito foi observado no campo de estudos da acústica, isto mesmo; sabe quando um carro buzinando passa por você na rua? O som acumulado está vindo comprimido em sua direção enquanto o carro ainda não passa por você; o caso inverso ocorre quando o carro se afasta em relação ao ouvinte, dando espaço as ondas sonoras. Podemos novamente comparar com a mola, ficando bem fácil a observação do efeito.

Através do movimento das ondas sonoras, este conceito foi extrapolado para as ondas de luz, explicando as observações e consequentes desvios na coloração dos objetos; pro azul e vermelho. Fundamental constatação para a astronomia atual.

Gostaram do post? Comentem aí embaixo.

Abraços randômicos e até o próximo post!

domingo, 2 de outubro de 2016

[Ciência] Peso, massa, volume e densidade.

Olá caros leitores e escritores, hoje irei abordar mais um pouco sobre a ciência. Novamente um conceito "Matéria". Considere este post como uma introdução sobre o comportamento da matéria como um todo. Meu caros; a diferença entre; peso, massa, volume e densidade.

Primeiramente temos que ter em mente que quando falamos "Eu peso 80 quilos." Esta frase é cientificamente incorreta, explicarei.Quando você fala em peso, na verdade está falando sobre sua massa "Eu tenho a massa de matéria de 80 quilos." A massa é medida em quilos, portanto o peso é medido em Newtons, representado pela letra "N", sendo a força exercida pela gravidade sobre a massa (80 quilos) de seu corpo. Então temos a fórmula matemática; peso é igual à massa multiplicado pela força gravitacional exercida (P = m*g). Se preferir; a força é o resultado da massa (80 quilos) multiplicado pela aceleração, sendo a força medindo em Newtons, massa medida em quilos e a aceleração em metros por segundo (m/s). Sim esta foi uma referência ao modo de como as fórmulas matemáticas eram escritas na época de Newton; por extenso. Lembrando que esta fórmula é um modelo e ignora variáveis como a resistência do ar, por exemplo, mas como medida de matéria e forma de explicação sobre os conceitos de massa, peso e aceleração,funciona muito bem.
Superada esta primeira explicação, podemos seguir para o volume e densidade. Volume é a quantidade de espaço que uma determinada matéria ocupa no espaço. E não, não é o espaço sideral, mas o espaço onde o objeto está situado. A densidade, por sua vez é a concentração desta matéria dentro de um determinado volume, vamos à um exemplo prático. Pegamos um quilo de gelo e outro de água; as diferenças dos dois materiais são a densidade e o volume, pois têm exatamente a mesma composição. A maneira de como a água se distribui no espaço é dispersa, enquanto no gelo as moléculas estão bem comprimidas.

Então pessoal, gostaram deste tipo de assunto? Conseguiram entender (se ainda não compreendiam sobre este conceitos)? Deixem aí nos comentários!

Post inspirado por ScienceVlogs Brasil.

Abraços randômicos à todos e até a próxima.

domingo, 18 de setembro de 2016

Post Random #2 Amo o meu País, mas...



Olá caros leitores e escritores, hoje irei falar sobre um assunto que não costumo abordar, mas tendo em vista a situação política do País, não tive outra escolha a não ser estudar este fenômeno da forma mais isenta possível. Lembrando que não sou nem de esquerda, muito menos de direita; sou do centro ou encima do muro.
Neste post irei ignorar as posições polarizadas e obscurecidas pelo fanatismo político, posicionarei-me afim de resolver algumas falácias que têm ganhado força nas mídias sociais. Neste mundo de hoje informação é mato, mas apenas a verdade deve ser digerida. Não podemos ser regidos como gado, seja pelos políticos ou pastores e padres desta nação, mas sim abrir os olhos e procurar uma posição única; não arregimentada por movimento "x" ou "y".
Vejamos os fatos; a antes mandatária da nossa nação foi julgada e condenada por corrupção, vendo isto um dos seus comparsas, legislando em causa própria, conseguiu a anistia política, pois o mesmo era investigado por crimes até mais graves. Isto, meus caros, abre uma porta gigante para a corrupção, rasga a constituição e joga fora o esforço do povo para a execução da mais importante lei contra a corrupção na máquina do estado; a ficha limpa.
O outro lado, aquele que assumiu este País quebrado, também é permeado de intenções politicas na desconstituição da ex. O meu conselho (não que seja referencial para alguém) é; não defenda político, não coloque a mão no fogo por ninguém, pois a possibilidade de se queimar é grande.
Eles estão aproveitando este rebuliço todo na política brasileira para; adivinha! Aumento de salários dos juízes do STF. Não é atoa que eles também rasgaram a constituição junto com o legislativo. Na minha humilde opinião, todo o aumento de salário deveria ser votado pela população em formato de eleições, desta maneira iriam respeitar mais a população; verdadeira e única mandatária do Brasil.
Por fim gostaria de ressaltar que erros foram cometidos de todos os lados, incluindo a população por não usar o seu poder para mudar algo verdadeiramente. No final tudo aqui no Brasil termina em acordos, pizza e derrotas da grande maioria da população.
Deixem aqui a sua posição e/ou link do(s) posts que vocês fizeram a respeito!
Estou de luto pela situação em que está o meu País. Como diz na imagem:
"Eu amo o meu País, mas odeio este governo sujo." ... Que arrocha a população com o aumento de tributos e obrigações.
Abraços randômicos para todos e até o próximo post.

domingo, 11 de setembro de 2016

[Ciência] Método Científico

Método Científico.

O que é? 

Olá caros leitores, nesta série de artigos irei escrever um pouco sobre o aparentemente complicado método científico. O que ele é, o que produz e afinal; o que você tem com esse tal método científico? Primeiramente vamos ver o que aprendi vendo vários canais no YouTube e consumindo podcasts de divulgação científica, além do motivo de querer falar sobre isso; hoje vemos muita besteira na internet, assisti várias horas de documentários, artigos e canais sem nada a dizer. O meu intuito aqui é que você desenvolva o filtro necessário pra não perder tanto tempo quanto eu. Obviamente eu simplificarei o máximo possível sem perda significativa de conteúdo.

Você, caro leitor, precisa saber que o método científico é a melhor maneira de averiguação de hipóteses e teorias que o ser humano já inventou. Vamos aos seus princípios básicos:

1) A teoria ou hipótese deve ser testável e replicável por outras pessoas, ou seja, qualquer pessoa com o mínimo de instrução sobre o assunto abordado (além de recursos necessários), deve ser capaz de testar e reproduzir o experimento, para que ele seja aceitado. Comumente conhecemos isto como "revisão por pares".

2) Evidências anedóticas e teorias não falseáveis não são cobertos pelo método científico, ou seja, se você diz que foi abduzido, mas não tem nenhuma evidência além de sua memória, logo sua experiência pode ser válida como experiência, mas não pode ser usada como prova que algo existe e que sua teoria ou hipótese é verdadeira. Lembra do primeiro item? Pois é, sua evidência anedótica não forma uma hipótese testável muito menos ser falseável, ou seja, ser provada como falsa.

3) Para elaborar uma hipótese ou teoria temos que ter em mente dois questionamentos; o primeiro é que ele esteja apoiado sobre evidências claras, o segundo é que a hipótese mais simples (e mais bem pautada de evidências) deve ser a favorita ou melhor; a hipótese mais simples provavelmente deve ser a verdadeira ou mais próxima da verdade.

Sendo assim podemos usar o seguinte exemplo; sabe aquelas organelas contidas nos diferentes tipos de células e tudo mais que sabemos sobre organismos microscópicos? Pois bem, ser você estudar sobre e saber identificar estas nuances, não precisa acreditar puramente nos pesquisadores, basta ter um microscópio e constatar que tudo o que disseram que estariam lá; está! Ser tiver algo diferente, das duas uma; ou você descobriu algo novo, ou simplesmente você descobriu algo conhecido que você desconhecia.

Se você ainda não compreendeu como funciona o método científico, não se preocupe, pois este assunto deve ser aprofundado com mais calma e também refletido. Eu mesmo demorei muito pra entender o método científico e tudo mais que virá nesta série de artigos. A intenção deste texto é despertar a curiosidade sobre a ciência, que é algo muito curioso; quanto mais você conhece, mais quer conhecer. Cheguei até o mundo da ciência através do desejo de escrever sobre ficção científica e você; qual vai ser a sua porta de entrada pra este maravilhoso mundo?

O que ele produz?

Olá caros leitores, hoje irei falar um pouco sobre o que o método científico produz; a filosofia da ciência! Qual o motivo por chamar a ciência de uma filosofia? A explicação é que a ciência (pautada no método científico) é uma forma de enxergar a natureza e seus fenômenos, ou seja; uma filosofia. Dentre as tantas outras filosofias existentes a da ciência (conhecimento) é a que nos dá maior sustentação para a explicação para os fenômenos naturais.

Nisto, meus caros leitores, já expliquei o que é ciência de uma forma simplificada o suficiente para entrarmos na fase seguinte deste texto. O que é afinal produzir ciência?
Podemos traduzir como "produzir conhecimento" sobre os fenômenos naturais. Estes eventos ocorrem independente do seu estudo, o que quero dizer; por mais que tentamos colocar ordem e submeter classificações para a natureza e seus eventos, ela será um sistema caótico e desordenado. A filosofia da ciência tenta dar ordem e classificar os elementos, fenômenos e o modo de ocorrência dos mesmos.

Como exemplo do caos ocorrente na natureza podemos pegar a taxonomia (estudo das morfologias de vida, explicando de uma forma bem simplificada); até hoje não se consegue definir de uma maneira prática a divisão dos reinos, filos e espécies (neste último os cientistas estão usando técnicas de sequenciamento de genoma para definir estes grupos). Outra dificuldade neste ramo (taxonomia) é a grande variedade de microrganismos e vírus a serem estudados, além de existir grandes variações entre o reino das bactérias por exemplo. Estas variações são tamanhas que podemos equiparar esta diferença como a que temos entre fungos e algas. Este último grupo por sua vez é outro paradigma para este setor da ciência, pois não consegue-se encaixar em nenhum reino com perfeição. Por enquanto pra separar os reinos e filos, a taxonomia utiliza o método de conjunto de características, sendo separados muitas vezes por diferenças mínimas, principalmente os filos e famílias. Estas duas são umas das que mais sofrem com a classificação taxonômica.

Sei que posso ter dado exemplos um pouco complexos, mas o motivo é que espero que vocês visitem minhas fontes e materiais extras destas fontes, dentre eles estão podcasts, canais e blogs de divulgação científica. Não é meu foco aqui se aprofundar muito, pois este blog é um lugar de experimentos literários e isto exige conhecimento de diversas áreas; pretendo falar aqui de tudo e um pouco.

Quais são os seus frutos? 

Devemos ter em mente que o inicio do método científico, como praticamente tudo o que conhecemos da filosofia da ciência, aconteceu na Grécia antiga com os grandes filósofos. Principalmente avanços na matemática com a medição da circunferência do planeta, incluindo também a engenharia militar e arquitetura. Aí já podemos ver que estes conhecimentos vem até os dias de hoje, mas como?

Ficaria muito longo para um simples post em blog, pretendo falar em séries de postagens específicos, mas vou explanar um pouco isto aqui através de exemplos.

No antigo Egito podemos ver a ciência agindo no gerenciamento da agricultura, utilizando o fluxo do rio Nilo que antes era imprevisível. Com o tempo os povoados que moravam às suas margens observavam padrões de cheias e secas ao longo do tempo, construíram canais por meio do conhecimento em engenharia e na observação prévia. Notaram o método científico aí? Além do método científico houve um conhecimento prévio construído através dos séculos.

Outro exemplo interessante são as tubulações de esgoto e água da própria Grécia, tendo versões modernas no Império Romano e mais; inspiraram até as tubulações atuais.

Isso sem falar dos grandes inventores modernos, que sem os quais não poderíamos ter a tecnologia que temos hoje em dia. Nicola Tesla é um dos meus favoritos; ele fez avanços imensuráveis no campo do electromagnetismo, lançando as bases para toda a tecnologia atual.

Muito bem, viram como a ciência construída tijolo por tijolo, teoria por teoria e experimento por experimento nos deu base pra absolutamente tudo; desde o nosso sistema de saneamento e distribuição de água e energia, até as construções de templos, adequação da agricultura, previsão climática e circuitos eletrônicos usados em tablets, celulares e computadores. Tudo o que foi construído até os dias atuais, foi forjado pelo método científico e a tecnologia desenvolvida através dele.

Neste post podemos justificar a frase do grande cientista e divulgador científico Neil Degrasse Tyson "posso enxergar mais longe porquê me apoio em ombros de gigantes" se referindo aos cientistas, pensadores e filósofos que ajudaram a construir todo o conhecimento usado nos dias de hoje.

Diga o que vocês pensam sobre o método científico e se este artigo ajudou a entendê-lo. Vocês já sabiam o que é o método científico? Deixem nos comentários.

Abraços à todos!

Inspirado por:

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Ortografia: Artigo após a virgula.

Olá caros leitores e escritores, hoje irei falar de algo que vem me incomodando muito em textos na internet, desde posts até quadrinhos; o artigo após, a vírgula (aqui tem uma licença poética XD)

Gente; eu sei que pode parecer difícil e talvez até eu mesmo tenha cometido esta gafe mais de uma vez, mas há certas coisas que temos que nos policiar para que não aconteça. O artigo após a vírgula muitas vezes pode representar uma pausa natural do escritor durante o texto, mas uma vez que você treine para detectar este tipo de falha dificilmente você cometerá este erro. Sem duvida pretendo revisar os textos contidos no blog para que sejam isentos de erros, pois eu penso que quando se alerta sobre algum erro ortográfico, você mesmo não pode comete-lo, caso faça que seja por puro engano, mas nunca por falta de revisão.


Os casos se tornam mais graves quando estes erros ortográficos surgem num texto que você tenha pago. Já adianto aqui o meu compromisso de minimiza-los quando colocar algo para vender que seja de minha autoria. Imagine; você lê um texto cuja a historia é boa e as cenas são subsequentes (quando a primeira cena leva naturalmente para a próxima), mas você acha uma leitura difícil, sabe o motivo para isto acontecer numa história onde te interessa? É bem isso; artigos após a vírgula.


Também existem outros erros ortográficos comuns ao texto que pretendo abordar aqui, assim como as minhas próprias dificuldades com eles. Mas este texto é apenas o inicio de mais uma categoria aqui no blog. Conforme avanço em meus estudos como escritor, exercito a minha escrita e conhecimentos colocando aqui no blog, também gostaria que este tipo de conteúdo ajude alguém que queira mesmo escrever. Mas há uma coisa que não posso fazer pelos aspirantes como eu; escrever de fato.


Gostaram do post? Então curtam, compartilhe e retuítem para que todos saibam da boa nova! XD.


Abraços randômicos para todos e até a próxima.

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Escrevendo: Textos vazios.

Olá caros leitores e escritores. Estou aqui hoje para escrever um texto sem sentimentos e sem conteúdo.

Brincadeirinha, hoje irei falar um pouco sobre os diversos textos que encontramos na internet e muitos deles são encomendas dos clientes; seja pra vender um produto ou apresentar um curso. Mas então qual seria a solução para capturar o leitor com a demanda que se tem nos dias de hoje; diversos cursos, e-books, infoprodutos e produtos convencionais. Como venderei a minha marca sem beirar o sensacionalismo que um escritor em busca de dinheiro pode fornecer? Isto exige uma mudança de paradigma, pois vender um produto não é descrever friamente as suas qualidades ou o que você vai aprender naquele curso. Quem escreve sobre um produto a ser vendido deve antes experimentar a sensação de ser cliente, pois sem esta experimentação não haverá profundidade em seu texto. Não que eu ache que meus colegas de oficio não deveriam escrever estes textos, mas que a empresa que os contrata deveria realizar a experimentação do cliente com quem irá escrever o texto sobre os seus produtos.


Já fui em varias entrevistas e também obtive vários relatos de profissionais de venda expostos ao seguinte "desafio"; o entrevistador fala o seguinte:


"Venda esta caneta, pode inventar qualquer qualidade especial para ela e usa-la como argumento."


A minha concepção de venda é inversa; você deve estudar as qualidades e defeitos de seu produto e desenvolver os argumentos sobre um produto real, isto dá veracidade e profundidade ao argumento de venda ou ao texto informativo de venda (carta de vendas). É inconcebível para mim, tanto como escritor quanto profissional de vendas, que existam vendedores que possam se basear em percepções superficiais sobre o produto. Para tudo que se fala e escreve deve haver estudo sobre o assunto abordado, caso contrário será muito difícil angariar novos clientes para determinado curso ou produto. E outra coisa que se deve ter em mente; se um texto não chamou a atenção do cliente, esta atenção não merecia ser capitada. Pois das duas uma; o seu produto não interessa para aquele tipo de cliente (a maioria das empresas acreditam nesta hipótese) ou seu texto não traz a experiência verdadeira de alguém que experimentou tal produto ou curso, pois não traz conhecimento e conteúdo para que o cliente em questão tenham informações solidas para tomar a decisão. O resultado disso é que o cliente não compra o produto ou ainda compre e crie mais expectativa do que ele cumpre, tornando-se inferior na visão do cliente em relação àquele produto que foi mais condizente com o seu desempenho descrito em textos publicitários, cartas de venda ou vendas diretas.


Não sei escrever um texto sem estudar minimamente o assunto, confesso que gostaria de ter esta habilidade. Mas pensando melhor; quem escreve e fala sobre aquilo que estuda, garante maior confiabilidade em sua fala e escrita e portanto tem os pés bem presos ao chão e não cai em textos vazios onde poderiam ser iludidos a comprar um produto potencialmente enganoso.


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Abraços Randômicos à todos!

quinta-feira, 21 de julho de 2016

História: Anacronismos.

Olá caros leitores e escritores. Hoje irei despejar um pouco de um dos conceitos históricos aprendidos por mim ao realizar a pesquisa para o livro "Ômega Volk: A Margem da Maldade." Ainda em produção. Anacronismos; o que são, onde vivem e do que se alimentam... Não, não é Globo Repórter.

Foto retirada de http://ined21.com/el-anacronismo-de-la-formacion-en-espana/

Os anacronismos históricos de uma maneira bem simplificada, até porque não sei explicar da maneira mais complexa (risos), estão separados em pelo menos dois tipos; aqueles relacionados ao julgamento de valor após o fato histórico e os que se referem a relatos do passado contendo elementos que não pertencem àquela época.

Ficou confuso? Vamos desenrolar o carretel...

Primeiro ao julgamento de valor. Vou dar um exemplo simples; alguém que você conhece passou por uma situação difícil e você julga as consequências de seus atos e diz "Se ela fizesse isso... Teria sido diferente..." Fazemos isso o tempo todo, não é mesmo?

Agora vou falar do anacronismo a respeito de elementos não pertencentes ao tempo histórico. É bem simples na verdade; Vikings usavam relógio de pulso? Obviamente não, mas este é um exemplo de anacronismo!

Este segundo foi fácil perceber, né? Então vamos voltar ao primeiro. Darei um exemplo histórico:
Na Alemanha Nazista se exterminava judeus. Hitler até preservou uma das cidades invadidas para que servisse como "Zoológico de judeus". Então cometemos o anacronismo histórico quando pensamos "Os Aliados decidiram acabar com o Terceiro Reich de uma vez por todas por conta desse extermínio" quando na verdade eles nem sabiam de tal fato! Eles atacaram pois tinham que eliminar o Eixo, caso contrário a soberania de seus países seria derrubada, este é o real motivo do esforço de guerra dos Aliados. Ah, mais uma coisa; os Aliados não eram bonzinhos, pois além de devolver os refugiados para os alemães, também havia um forte preconceito contra os negros e as mulheres naquela época. O discurso de que os Aliados salvaram o mundo dos nazistas além de ser anacrônico é de certa maneira manipulador. Mas não vamos prolongar este assunto.

Vocês viram como anacronismos são? Principalmente quando se trata de julgamento de valor após o fato, pois nunca saberemos como foi tomar decisões no lugar daquele líder histórico ou aquele conhecido. A não ser que tenhamos uma maquina para viajar no tempo ou passar pela situação que o conhecido em questão passou.

Lembro aqui que penso não ser nada demais cometer anacronismos em ficções, desde que bem embasadas e que sirvam ao objetivo da narrativa.

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Abraços Randômicos e até a próxima!


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quinta-feira, 14 de julho de 2016

Escrevendo: A Primeira e a Terceira Pessoa.

Olá caros leitores e escritores! Estou aqui para falar sobre as narrativas em primeira pessoa. Sei que não escrevo neste método ainda; sou clássico, prefiro a narrativa em terceira pessoa.

Pois bem, preciso lhes dizer o motivo de minha preferência pela narrativa em terceira pessoa:

Primeiro que o narrador onisciente é melhor para contar uma história sem se preocupar com os seus pormenores. Em segundo lugar a terceira pessoa nos permite falar em uma linguagem mais poética e culta, livrando-se das idiossincrasias do narrador personagem.

Mas mesmo assim tenho que admitir as vantagens de se escrever em primeira pessoa:

Em primeiro lugar você pode se aprofundar mais em uma história, se colocando na pele do personagem. A segunda vantagem é que a narrativa, uma vez o escritor vestido do personagem o livro será mais fácil de ser produzido, ou seja, torna-se mais natural a sua concepção.

Preciso ressaltar as desvantagens de escrever em terceira pessoa:

Obviamente é o contrário das vantagens de escrever em terceira pessoa; a impessoalidade e o afastamento do leitor para com a história. Mas devo ressaltar que com algumas técnicas de escrita você poderá superar estas dificuldades. Mais adiante em outros posts pretendo abordar estas técnicas que por sinal ainda estou estudando.

As desvantagens e dificuldades de escrever em primeira pessoa são as seguintes:

O personagem não é onisciente e você se obriga a se restringir ao ponto de vista do narrador personagem. Mas você também poderá superar isto com técnicas de narração múltipla ou sobreposta, dando mais dimensões ao livro. Pretendo um dia aborda-las mais a fundo por aqui também.

Por fim, devo lhes dizer que muitos autores iniciantes, assim como eu, comete um erro básico ao narrar em primeira pessoa que é narrar fatos cuja o personagem narrador não tem como saber! Pra ser justo na terceira pessoa muitos autores também cometem erros óbvios; eles não passam emoção, gerando uma narrativa difícil de ler. Mas como disse anteriormente podemos superar estas dificuldades através de técnicas que devemos treinar.


Lembrando sempre para vocês que tudo que escrevi neste post demonstra a minha percepção como leitor e autor. Se quiserem discutir ou têm uma visão diferente, coloca aqui nos comentários pra que gere uma riqueza maior no conteúdo do blog 😉.


Bom, eu uso este blog para melhorar os meus textos e vocês? Digam aí nos comentários!


Abraços randômicos e até mais!

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Lendo: Interpretação vs Transmissão

Olá caros leitores, hoje irei falar sobre "este livro não é pra você", ou como coloquei aí encima no título do post: "Interpretação vs Transmissão". O que quero dizer afinal com este título é que pessoas diferentes podem encarar o livro lido de maneiras diferentes, principalmente se ele é escrito em camadas.

Vou dar um exemplo bem cotidiano; você aos seus 4 até os 8 anos de idade provavelmente já assistiu vários filmes da seção da tarde passados através da rede plim-plim, certo? Pois bem, "A Lagoa Azul" passou tantas vezes que aposto que muitas pessoas sequer tem a vontade de zapear e saber o que aconteceu com os atores ou rever o filme pra saber se realmente aquela leitura que você fez quando criança era correta ou se percebeu todos os nuances do roteiro, ambiente e personagens. Isto serve pra qualquer filme que você, caro leitor, assistiu quando criança, pois podemos assumir que definitivamente é outra pessoa hoje em comparação com você mesmo no passado. Finalizando; você com toda a certeza verá o filme literalmente com outros olhos e por consequência realizará outro tipo de análise do filme em questão.


Superado esta parte inicial do texto, vamos ao tema principal; qual é a distancia entre o que você entende de um livro ou filme e do que o autor quis dizer com a obra em questão. Como autor, pessoalmente prefiro que meus textos causem a reflexão sobre determinado tema, obviamente tendendo à uma opinião pessoal, mas tento não transparecer isso na obra e tento fazer com que o leitor chegue à determinadas opiniões que necessariamente não deve ser a opinião que tenho sobre o assunto abordado. Creio que como eu vários outros autores tenham isto em mente e queiram reproduzir isto em suas obras, portanto no meu ponto de vista quando eu leio alguma história tento prever o que irá acontecer e consequentemente o que ele quer dizer com a história, na maioria das vezes é bem mais de uma coisa.


É um desperdício pensar que um livro ou filme seja feito pra abordar somente o tema principal, isto quando se tem somente um tema principal e ao invés disso você pode perceber diversas subtramas entrelaçados através de uma linha principal chamada roteiro. Portanto acredito que nem todas as pessoas devem ler todos os livros, mas sim aqueles que falar de maneira mais aproximada a sua linguagem pessoal. Eu explicarei; odeio por exemplo quando a linguagem é muito rebuscada o que me impossibilita ler o livro, pois terei que ficar com um ou mais dicionários do lado, pois ler é viajar nos pensamentos do autor e não um trabalho maçante como nossas escolas nos dizem. Ler é bom, só descobri depois de sair do colégio que é libertador quando você encontra livros que falam a sua língua e que há tantos outros que você pode ler sem se esforçar em traduzi-lo para uma linguagem mais próxima de você. Finalizando este pensamento gostaria de ressaltar aqui que ler é um entretimento e não um dever!


Agora vou falar um pouco sobre as pessoas que dizem que determinado livro não é para qualquer um ou que você não está preparado pra ler tal livro. Pois eu lhe digo caro amigo, talvez nunca esteja preparado pelo simples fato da obra não estar na mesma sintonia que a sua mente e que é melhor se ocupar lendo outros tipos de livros que sejam mais a sua cara, o importante é ler!


Como autor, novamente, gosto de dizer que é o nosso dever nos fazer entender e conversar com a maioria das pessoas com os nossos escritos. Obviamente terão trabalhos mais rebuscados e elaborados, mas isso não quer dizer que o autor traiu os seus leitores, mas apenas quer tentar escrever algo diferente e isto pode melhorar o próximo livro que escreverá para o seu publico cativo.


Bom, falei muito neste post porque o assunto é bem complexo. Como palavras finais para aqueles que persistiram na leitura, gostaria de lhes transmitir que não se deve impor os seus gostos sobre outros leitores ou autores, pois cada um tem o seu perfil e publico apropriado. Afinal cada um é único e cada obra que foi, é e será, nunca se repetirá novamente e jamais será lida duas vezes da mesma maneira, mesmo que pela mesma pessoa.


Abraços Randômicos e até a próxima semana!