terça-feira, 16 de agosto de 2016

Ortografia: Artigo após a virgula.

Olá caros leitores e escritores, hoje irei falar de algo que vem me incomodando muito em textos na internet, desde posts até quadrinhos; o artigo após, a vírgula (aqui tem uma licença poética XD)

Gente; eu sei que pode parecer difícil e talvez até eu mesmo tenha cometido esta gafe mais de uma vez, mas há certas coisas que temos que nos policiar para que não aconteça. O artigo após a vírgula muitas vezes pode representar uma pausa natural do escritor durante o texto, mas uma vez que você treine para detectar este tipo de falha dificilmente você cometerá este erro. Sem duvida pretendo revisar os textos contidos no blog para que sejam isentos de erros, pois eu penso que quando se alerta sobre algum erro ortográfico, você mesmo não pode comete-lo, caso faça que seja por puro engano, mas nunca por falta de revisão.


Os casos se tornam mais graves quando estes erros ortográficos surgem num texto que você tenha pago. Já adianto aqui o meu compromisso de minimiza-los quando colocar algo para vender que seja de minha autoria. Imagine; você lê um texto cuja a historia é boa e as cenas são subsequentes (quando a primeira cena leva naturalmente para a próxima), mas você acha uma leitura difícil, sabe o motivo para isto acontecer numa história onde te interessa? É bem isso; artigos após a vírgula.


Também existem outros erros ortográficos comuns ao texto que pretendo abordar aqui, assim como as minhas próprias dificuldades com eles. Mas este texto é apenas o inicio de mais uma categoria aqui no blog. Conforme avanço em meus estudos como escritor, exercito a minha escrita e conhecimentos colocando aqui no blog, também gostaria que este tipo de conteúdo ajude alguém que queira mesmo escrever. Mas há uma coisa que não posso fazer pelos aspirantes como eu; escrever de fato.


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Abraços randômicos para todos e até a próxima.

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Escrevendo: Textos vazios.

Olá caros leitores e escritores. Estou aqui hoje para escrever um texto sem sentimentos e sem conteúdo.

Brincadeirinha, hoje irei falar um pouco sobre os diversos textos que encontramos na internet e muitos deles são encomendas dos clientes; seja pra vender um produto ou apresentar um curso. Mas então qual seria a solução para capturar o leitor com a demanda que se tem nos dias de hoje; diversos cursos, e-books, infoprodutos e produtos convencionais. Como venderei a minha marca sem beirar o sensacionalismo que um escritor em busca de dinheiro pode fornecer? Isto exige uma mudança de paradigma, pois vender um produto não é descrever friamente as suas qualidades ou o que você vai aprender naquele curso. Quem escreve sobre um produto a ser vendido deve antes experimentar a sensação de ser cliente, pois sem esta experimentação não haverá profundidade em seu texto. Não que eu ache que meus colegas de oficio não deveriam escrever estes textos, mas que a empresa que os contrata deveria realizar a experimentação do cliente com quem irá escrever o texto sobre os seus produtos.


Já fui em varias entrevistas e também obtive vários relatos de profissionais de venda expostos ao seguinte "desafio"; o entrevistador fala o seguinte:


"Venda esta caneta, pode inventar qualquer qualidade especial para ela e usa-la como argumento."


A minha concepção de venda é inversa; você deve estudar as qualidades e defeitos de seu produto e desenvolver os argumentos sobre um produto real, isto dá veracidade e profundidade ao argumento de venda ou ao texto informativo de venda (carta de vendas). É inconcebível para mim, tanto como escritor quanto profissional de vendas, que existam vendedores que possam se basear em percepções superficiais sobre o produto. Para tudo que se fala e escreve deve haver estudo sobre o assunto abordado, caso contrário será muito difícil angariar novos clientes para determinado curso ou produto. E outra coisa que se deve ter em mente; se um texto não chamou a atenção do cliente, esta atenção não merecia ser capitada. Pois das duas uma; o seu produto não interessa para aquele tipo de cliente (a maioria das empresas acreditam nesta hipótese) ou seu texto não traz a experiência verdadeira de alguém que experimentou tal produto ou curso, pois não traz conhecimento e conteúdo para que o cliente em questão tenham informações solidas para tomar a decisão. O resultado disso é que o cliente não compra o produto ou ainda compre e crie mais expectativa do que ele cumpre, tornando-se inferior na visão do cliente em relação àquele produto que foi mais condizente com o seu desempenho descrito em textos publicitários, cartas de venda ou vendas diretas.


Não sei escrever um texto sem estudar minimamente o assunto, confesso que gostaria de ter esta habilidade. Mas pensando melhor; quem escreve e fala sobre aquilo que estuda, garante maior confiabilidade em sua fala e escrita e portanto tem os pés bem presos ao chão e não cai em textos vazios onde poderiam ser iludidos a comprar um produto potencialmente enganoso.


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Abraços Randômicos à todos!